Tudo junto e misturado
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Vertigo - Um Corpo Que Cai
Qualquer semelhança com a candidatura Serra terá sido mera coincidência.
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Serra
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Escuta essa...
Do blog Amigos do presidente Lula
O jornal Folha de São Paulo, foi ouvir a opinião do estilista Walter Rodrigues, que desfila no Fashion Rio,sobre as roupas do candidato tucano a presidência.

Sobre José Serra, o estilista fez uma observação bem interessante:"o tucano transmite fragilidade no vestuário: "Seus ombros são curtos. A impressão é que, se bater um vento, ele cai".
Pinçado de:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/05/escuta-essa.html
O jornal Folha de São Paulo, foi ouvir a opinião do estilista Walter Rodrigues, que desfila no Fashion Rio,sobre as roupas do candidato tucano a presidência.

Sobre José Serra, o estilista fez uma observação bem interessante:"o tucano transmite fragilidade no vestuário: "Seus ombros são curtos. A impressão é que, se bater um vento, ele cai".
Pinçado de:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/05/escuta-essa.html
Serra diz para desdizer depois

Se a Dilma fizesse um terço das trapalhadas, ou dissesse uma ínfima parte das besteiras que diz o Serra, ela estaria morta, não ganharia eleição nem para síndica de prédio popular.
José Serra consegue em uma única entrevista dizer e desdizer-se na mesma frase. Disse ontem em entrevista ao Ratinho que o governo federal devia cuidar da segurança pública e depois, na mesma frase, explicou que a constituição brasileira não permite tal interferência da união, é obrigação dos estados cuidarem da segurança e à união cabe repassar recursos, o que tem feito, portanto Serra deixou bem claro que não teve competência para cuidar da segurança pública em São Paulo.
Outra coisa interessante é ver o Serra dizer o tempo todo por aí, que fará um melhor controle fiscal, pois o governo gasta muito e mal, mas não demora nada para, na mesma entrevista, ele dizer que criará novos ministérios, e para resolver o problema das drogas na fronteira terá que contratar mais gente, quanta incoerência, vai ver pra fechar essa conta ele vá demitir médicos, professores, agentes de saúde e de combate à dengue.
Isso tudo quando ele não faz igual fez na entrevista à Miriam Leitão, onde falou um monte a respeito do Banco Central, única área do governo apoiada pela mídia afinal adora favorecer especulador com altas nos juros, e após ser chamado as turras pelo O Globo, mudou de opinião, esse é o Serra que querem vender para o brasileiro como um político experiente e competente. Que dózinha da oposição, pelo que tudo indica, vai dar Dilma no primeiro turno, pois não vai dar para o homem, como diz o Lula, que hoje conhece todos os números que desconhecia quando era do governo,se virar em meio a esse turbilhão chamado desenvolvimento.
*
Da série pérolas que o povo diz, essa ouvi de um colega de trabalho a respeito dos mata-mata na libertadores. “Mata-mata é fóda, perdeu dois jogos está fora”
Escrito por Sandro Stahl
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Cão de Serra ataca Dilma
Funciona assim, a folha inventa uma mentira e Serra manda seus cães de guarda atacar Dilma, como no caso do exílio.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Meritocracia x Cidadania: a questão salarial dos professores
Do Antitucano - Por Lucas Santos
O governo de São Paulo aprovou a Lei de Valorização pelo Mérito, que tem na aplicação de avaliações um requisito para a valorização salarial dos professores, a depender obviamente da aprovação destes. O discurso e prática que cerca esta medida é o da meritocracia.
A meritocracia é tida em nossa sociedade como um valor quase que inconteste. Está presente desde os vestibulares até o mercado de trabalho, que seleciona os “melhores” e exclui os “piores”. A força do argumento meritocrático é fruto da hegemonia do liberalismo em nossas sociedades, ideologia que prevê a competição entre indivíduos iguais. Essa competição conduziria a sociedade ao bem-estar.
A prática meritocrática, aplicada ao problema da questão salarial dos professores, tenderá a gerar a competição entre o corpo docente, especialmente pelo fato de que no máximo 20% dos avaliados poderão receber a promoção que aumenta o salário, independentemente da quantidade de aprovados. Esta restrição, que é justificada pelo governo estadual como consequência de suposta falta de verbas, tende a tornar a competição mais voraz. Falta de verbas ou má-fé, o fato é que se terá assim uma verdadeira lógica de Mercado na Educação: a alocação de recursos escassos, no caso, de salários maiores aos professores que vencerem a “concorrência”. Aos olhos da meritocracia, seria o justo.
Um critério que podemos contrapor ao meritocrático é o da cidadania. Se o primeiro foca a eficiência como justificadora dos aumentos salariais; o segundo critério tem a justiça como chanceladora da melhoria salarial. Ou seja, para a cidadania, obviamente, o professor deve ser antes de tudo um cidadão, o que por si só justifica o recebimento de um salário digno, que supra suas necessidades e de sua família, e permita ao docente desfrutar de tempo livre para o lazer e o aprimoramento.
Desta forma, a questão salarial dos professores passa por dois caminhos: o da cidadania, que implica a união, a luta coletiva e uma solução pública e política para o problema; e o meritocrático, que valoriza a competição, as avaliações individuais e uma solução técnica e privada para a questão salarial.
A meritocracia privatiza a questão salarial: um problema público e de responsabilidade do governante de plantão é transferido e pulverizado em milhares de problemas individuais, eximindo-se os governantes de responsabilidades.
Embora o critério meritocrático tenha a eficiência como uma questão explícita em seu discurso, a cidadania também foca a eficiência, só que implicitamente, de maneira indireta. Na primeira, mais eficiência seria um meio de se alcançar salários melhores; já na ótica da cidadania, salários melhores fariam com que os professores precisassem trabalhar menos, o que tenderia a melhorar o rendimento em sala.
Tais discursos refletem a divisão entre Direita e Esquerda, e propõem soluções através de caminhos diferentes. Porém, cada uma dessas ideologias pode ter o resultado que é pretendido pela outra. Em determinados momentos e ambientes, pode ser mais justo valorizar pelo mérito; em outros, pode ser mais eficaz adotar o critério da cidadania e valorizar a todos. O Bolsa-Família e seu impacto na economia é um grande exemplo disso: um programa que visa à cidadania, na verdade, tornou a economia nacional mais eficiente, na medida em que ajudou a criar mercado interno.
No caso dos professores paulistas, a elevação salarial não só é uma questão de justiça e cidadania, é também uma questão ligada à eficiência dos docentes.
A situação do professorado paulista é a da sobrecarga de trabalho, haja vista os baixos salários que os obrigam a extensas jornadas para conseguir um salário medíocre. Os professores beiram a sub-cidadania: trabalham em escolas que mais parecem cadeias; sofrem desrespeito de alunos, pais e Estado; jornada tripla de trabalho que se completa em casa, inclusive aos finais de semana; enfim, um grau de estresse que muitas vezes chega a privar muitos docentes de uma vida afetiva.
Dessa forma, cobrar “mérito” e mais esforço de quem já está no limite, além de crueldade, constitui um meio de se conservar a situação tal como ela se encontra – porém transferindo a culpa do fracasso educacional aos docentes. É sabido que nessas circunstâncias de sobrecarga, os docentes não teriam tempo de se preparar para as “provinhas”, e a própria pré-condição de que pelo menos 80% deles não receberão a promoção já nos confirma que tal Lei de “Valorização” não passa de demagogia para entusiasmar direitista, na medida em que deixa tudo como está.
Uma elevação salarial a patamares dignos, além de uma questão de dignidade, é algo que repercutiria na eficácia dentro da sala de aula, pois os professores não mais precisariam enfrentar jornada excessiva de trabalho. Além disso, os alunos não tem nada a ver com a ideologia do governo de plantão, eles merecem ter professores bem-pagos, que cheguem descansados para lecionar, independentemente de qualquer coisa.
Sabemos que a cidadania está relacionada com a renda que o indivíduo obtém. Assim, para que os alunos aprendam a ser cidadãos é preciso, no mínimo, que seus professores também o sejam - o que torna indispensável que estes recebam salários dignos. Afinal, a cidadania, as condições dignas de trabalharmos e vivermos não podem ser um privilégio dos que passam em "provinhas" do governo.
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José Serra, os porquinhos e a matemática.
Esses videos mostram como se faz necessário a saída do sapo barbudo analfabeto e ignorante, para a entrada de alguém culto e versado em todos os assuntos.
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