Tudo junto e misturado

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Mario Quintana

Vontade de escrever quatorze versos...
Pobre do Poeta... É só pra disfarçar...
Andam por tudo signos diversos
Impossíveis da gente decifrar

Qum sabe lá que estranhos universos
Que navios começaram afundar...
Olha meus dedos, no nevoeiro imersos,
Diluiram-se... Escusado navegar!

Barca perdida que não sabe o porto,
Carregada de cântaros vazios...
Oh! Dá-me a tua mão, Amigo Morto!

Que procuravas, solitário e triste?
Vamos andando entre os nevoeiros frios...
Vamos andando... Nada mais existe


Do livro A rua dos cataventos

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